O que o Ashtanga Yoga tem para oferecer / What Ashtanga Yoga has to offer

Tradicionalmente, o Ashtanga Yoga é practicado 6 dias por semana. Embora possa parecer exagerado, é através desta prática diária que se sentem mais os benefícios reais desta prática. No entanto, nem todos conseguem seguir este ritmo por muito tempo. Praticar a mesma sequência de posturas todos os dias pode parecer aborrecido e entediante para alguns, mas é o que torna outros ‘viciados’ nesta prática.

Eu iniciei a minha prática diária de Ashtanga Yoga há mais de 4 anos, mas demorei quase um ano a perceber realmente a mágica desta prática. Posso garantir-vos que mudou a minha vida de tal forma que acho nunca conseguirei bem descrever como.

Esta prática mostrou-me uma forma diferente de ver e viver a minha vida. Ensinou-me dedicação, como manter um compromisso e como lidar com obstáculos. Ensinou-me muitas coisas que eu desconhecia acerca do meu corpo, como aprecia-lo e amá-lo. Levou-me numa procura por algo superior, pelo meu verdadeiro Eu. Partiu-me de maneiras que nunca achei possíveis, mas ensinou-me também como voltar a reconstruir-me de volta. E isto já aconteceu vezes sem conta. Ensinou-me como enfrentar e lidar com o medo. E ainda muito mais!

Sim, o meu corpo está mais forte, mais flexível e mais tonificado, mas estou também mais presente, mais focada e calma. Estou em contacto com um propósito, uma força superior, algo que tantos continuam a negar e/ou a evitar. Mas é mesmo isto que o Ashtanga tem para oferecer na sua mais pura essência!

 

Traditionally, Ashtanga Yoga is practiced 6 days a week. Although this may seem exaggerated, it is only by daily practice that the real benefits of this yoga method are felt. However, not everyone is able to stick with this practice for a long time. Practicing the same sequence of postures everyday may be boring to some, but it is also what makes some people addicted to Ashtanga.  
 
I started practicing Ashtanga Yoga more than four years ago but it took me at least one year of daily practice to really start grasping the magic of this method. I can assure you that it changed my life in ways I will never be quite able to express. 
 
It has showed me a different way to see and live life. It has taught me dedication, commitment and how to deal with obstacles. It has taught me things I did not know about my body, how to appreciate and love it. It has lead me in search for something else, for the real me. It has broken me in ways I did not think possible, but it has also taught me how to put myself back together again. And this has happened over and over again. It has taught me how to face fear and deal with it. And so much more. 
 
Yes, my body is stronger, more flexible and toned, but I am also more mindful, focused and calmer. I am in touch with a higher purpose in life that so many of us keep avoiding and denying. This is the real offer Ashtanga Yoga has for you!  
 

Bolo de alfarroba e coco / Carob and coconut cake

No passado fim-de-semana o meu filhote fez 2 aninhos! Quis por isso fazer um bolo saudável e sem possíveis alérgenos para ele levar para a escolinha e resolvi fazer um bolo de alfarroba e coco.

A alfarroba provém da vagem da árvore Alfarrobeira e é comumente utilizada em substituição do cacau pelo saber semelhante que tem. Embora não contenha tantos antioxidantes como o cacau, a alfarroba apresenta algumas vantagens, como o facto de não conter nem agentes alérgenos nem nenhum estimulante como a cafeína ou teobromina, que estão presentes no cacau. A alfarroba é ainda naturalmente doce (ao contrário do cacau) por conter mais açúcares. No entanto, apresenta um valor calórico baixo pois não contém quase gordura nenhuma e tem um elevado teor de fibras.  É ainda rica em cálcio e vitaminas B1 e B2.

Um bolo de alfarroba é por isso uma óptima opção para crianças porque fica com um sabor igual ao do chocolate, mas sem o risco de causar alergias!

Fica aqui então a receita do bolo que fiz (retirada do blogue http://saramedeirosnutricionista.blogspot.pt) :

Ingredientes:

– 2 chávenas de farinha de espelta (podem usar trigo se preferirem, eu prefiro sempre uma alternativa mais saudável)
– 1/2 chávena de farinha de alfarroba
– 1 colher de chá de fermento
– 1 chávena + 1 colher sopa de coco ralado
– 1 1/4 chávenas de açúcar de coco (ou açúcar mascavado)
– 1/2 chávena de óleo de girassol (ou óleo de coco)
–  2 chávenas de água

Preparação:

1. Misturar as farinhas com o fermento numa taça grande
2. Adicionar o coco ralado e o açúcar
3. Acrescentar o óleo e a água e bater bem até a mistura ficar homogénea. A massa fica bastante líquida para que o bolo fique com uma  textura húmida depois de cozido
4. Untar uma forma com óleo de girassol
5. Levar ao forno a 180ºC durante 30-35 min.
Ficou delicioso e foi aprovadíssimo pelos pequeninos!!

 

alfarrobeira Last weekend my little one turned 2  years old! So I wanted to make a healthy cake without possible allergens for him to take to school and decided to make a carob and coconut cake.

 
Carob comes from the pod of the Carob tree and is commonly used in place of cacao due to its similar flavour. Although it does not contain as many antioxidants such as those found in cacao, carob has some advantages such as that it does not contain allergens or any stimulants like caffeine or theobromine, which are present in cacao. Carob is naturally sweet (as opposed to cacao) because it contain more sugars. Nevertheless, it has a low caloric value since it contains almost no fat and has a high fiber content. It is also rich in calcium and vitamins B1 and B2.
 
A carob cake is therefore an excellent choice for children because it has the same flavour as chocolate (actually sweeter!), but it does not has the risk of causing allergies!
 
Here is the recipe I did (taken from the blog http://saramedeirosnutricionista.blogspot.pt):
 
Ingredients:
– 2 cups spelt flour (you can use wheat if you like, I always prefer a healthier alternative)
– 1/2 cup of carob flour
– 1 teaspoon baking powder
– 1 cup + 1 tablespoon grated coconut
– 1 1/4 cups coconut sugar (or brown sugar)
– 1/2 cup of sunflower oil (or coconut oil)
– 2 cups water
 
Preparation:
1. Mix the flour with the baking powder in a large bowl
2. Add the grated coconut and sugar
3. Add the oil and water and mix well until the mixture is homogeneous. The dough is very liquid so that the cake has a moist texture after cooking
4. Grease a form with sunflower oil
5. Bake at 180 ° C for 30-35 min.
 
It was delicious and completely approved by the little ones!! 
 
 

Yoga Diary: Compromisso / Commitment

Passou algum tempo desde a última vez que aqui escrevi! Torna-se bastante fácil perder a noção do  tempo no meio do caos da vida do dia-a-dia. Uma das únicas coisas que eu me esforço por manter é a minha prática de yoga. Mesmo que seja por apenas 10 minutos, eu tento sempre desenrolar o meu tapete pelo menos 5 dias por semana.

Eu costumava praticar todos os dias por volta das 7:30-8 horas da manhã, depois do meu filhote estar levantado e com o pequeno-almoço tomado! No entanto, isto deixava-me com pouco tempo para a minha prática e eu acabava por estar sempre estressada! No outro dia decidi começar a fazer o esforço de acordar às 6h da manhã para praticar, para que pudesse estar despachada quando toda a gente acordasse.

Não tem sido fácil porque me sinto cansada e bem precisava das horas extra de sono! É preciso muita disciplina, e um grande compromisso com a prática, mas especialmente comigo mesma para manter este ritual. Mas todas as manhãs lá estou eu, à luz da vela, respirando e movimentando o meu corpo no tapete, no silêncio do amanhecer. Sabe muito bem, é tão rejuvenescedor, tão íntimo! Sinto que consigo realmente focar-me na minha respiração e no meu interior. É uma prática completamente diferente, sem distracções, onde consigo estabelecer uma ligação comigo mesma bastante profunda. Dita completamente o resto do meu dia! Eu sei que me torno uma pessoa melhor, mas especialmente uma mãe melhor quando tenho esses momentos de manhã cedo apenas para mim! Para além disso, o compromisso com a prática ensina-me como manter os outros compromissos que tenho na minha vida.

 

Este é o primeiro post da nova secção aqui no blogue: ‘Yoga Diary’, onde irei partilhar convosco os efeitos, benefícios e lutas, da minha prática diária de Ashtanga Yoga! 

 

It’s been a long time since I last wrote here! It is far too easy to loose track of time in between the chaos of my busy daily life. The one thing that I strive to maintain is my yoga practice. Even if it is just 10 minutes on my mat, I try to unroll it at least 5 days per week. I used to practice at 7:30-8 am, after my little one is up and fed! However this usually left me with little time to practice and I ended up stressing myself with time. The other day I decided to start practicing at 6am, so I would be done by the time everyone is awake.
It hasn’t been easy, because I usually feel very tired and could use the extra hours of sleep. But every morning there I am, by candle light, breathing and moving on my mat, in the silence of the early hours of the day.
It feels so good, so rejuvenating, so intimate! I feel that I can really focus on my breath and turn inwards. It is a completely different practice. One without distractions. One where I truly, deeply connect with myself. It completely sets the day for me! I know that I am a better person and specially a better mum when I have those moments all to myself early in the morning! Also, the commitment to my practice teaches me how to commit to other things in my life. 

 

This is the first post of a new section here on the blog: Yoga Diary, where I will share my experience, benefits and struggles of a daily Ashtanga Yoga practice! 
 

A regra 80-20 / The 80-20 rule

80-20 rule_1Recentemente decidi adoptar a regra 80/20 em relação à minha alimentação. Para quem não conhece, esta regra, também conhecida como Lei ou Princípio de Pareto, afirma que em muitos acontecimentos, 80% das consequências advêm de 20% das causas. Esta regra é muito utilizada em economia, onde por exemplo, se estima que 80% da riqueza de um país é controlada por 20% da população. E também no mundo dos negócios, onde por exemplo no caso de muitas empresas, se estima que 80% das de uma empresa provêm de 20% dos seus clientes.No

que respeita à alimentação, esta regra consiste em ter uma dieta saudável a 80%, com os restantes 20% a deixarem possibilidade para comermos alimentos menos saudáveis. Depois de passar por vários períodos na minha vida em que fui completamente estrita no tipo e qualidade de alimentos que ingeria, percebi, que não consigo, nem quero levar esse tipo de alimentação 100% saudável todo o tempo. Principalmente porque devido ao meu historial de distúrbios alimentares, ainda tenho muito a tendência de recorrer à comida em alturas de maior ansiedade e/ou stress, e acabo por ter medo de aumentar de peso por causa disso. Por isso decidi experimentar a regra dos 80-20 para ver como corria, para perceber se resultava a não me sentir muito culpada cada vez que comia um alimento menos saudável.

Confesso que no início foi difícil deixar-me ir, digamos assim. Mas com o tempo percebi que este modo de encarar a alimentação me dá muito mais liberdade e até leva a que tenha uma melhor relação com a comida. Se me apetece pizza, como. Se me apetece uma bola de berlim na praia, como. Já sei que às vezes é provável que o meu corpo não fique muito contente com o resultado, pois tenho sempre dificuldade em digerir estes alimentos mais processados, mas sei que a minha mente vai ficar mais descansada por também satisfazer alguns desses desejos! O importante é comer com total presença e atenção, de uma forma ‘mindful’.

Esta regra acaba por ser muito semelhante ao que alguns nutricionistas defendem num regime de dieta, que é fazer uma “asneira” por semana! A ideia no fundo, é que haja sempre um pequeno espaço, uma permissão para que nos possamos satisfazer com algo que idealmente não deveríamos comer sem nos sentirmos culpadas. O segredo está sempre na conta e medida. Tudo em excesso faz mal (mesmo alguns alimentos saudáveis) e para muitas pessoas, como eu, uma dieta 100% saudável e restritiva não é a melhor forma de realmente atingir o bem-estar.

 

80-20 rule_2Recently I decided to adopt the 80/20 rule to my diet. For those of you unfamiliar with this rule, it is also known as Law or Pareto Principle and it says that in many events, 80% of the consequences stem from 20% of the causes. This rule is widely used in economics, where for example, it is estimated that 80% of the wealth of a country is controlled by 20% of the population, or in the business world, where for example in the case of many companies, it is estimated that 80% of the revenue comes from 20% of your customers.

When it comes to diet, this rule means that we eat healthy 80% of the time, with the remaining 20% of less healthy foods. After going through several periods in my life when I was quite strict on the type and quality of food I ate, I realized that I can not, nor want to take that kind of 100% healthy diet all the time. Mainly because due to my history of eating disorders, I still have a tendency to turn to food in times of increased anxiety and / or stress, and I end up being afraid to gain weight because of it. So I decided to try the 80-20 rule to see if I would not feel so guilty every time I ate a less healthy food.

I confess that at first it was hard to let go, so to speak, of my control freak mind. But over time I realized that this way of looking at food gives me a lot more freedom and even leads to a better relationship with food. If I feel like pizza, I will have it. If I feel like one sugar coated ‘bola de berlim’ on the beach, I will have it. I know that sometimes my body is not too happy with the result because I always have difficulty digesting these more processed foods, but I know that my mind will become rested! The important thing is to eat with full presence and attention in a ‘mindful’ way.

This rule turns out to be very similar to what some nutritionists advocate in a diet regimen, which is to indulge in something you crave once a week! The idea behind this is to create a small space, a permission so that we can eat a less healthy food without the feeling of guilt. The secret always lies in the account and measure. Everything in excess is bad (even some healthy foods) and for many people, like me, a 100% healthy and diet is not the best way to truly achieve well-being.

3 Anos!! / 3 Years!!

Faz hoje 3 anos que decidi começar a escrever este blogue. Tudo começou com uma vontade de partilhar o meu caminho, o meu percurso rumo ao bem-estar e à felicidade. Embora com muitos períodos de silêncio pelo caminho, essa continua a ser a minha vontade e o meu objectivo.
Este meu percurso não tem sido fácil, tem tido os seus altos e baixos, mas o “saldo” tem sido muito positivo! Devo muito do que tenho aprendido à minha prática de yoga. A motivação, a persistência, a vontade de continuar sem desistir, tudo advém do facto de saber que cada vez que desenrolo o meu tapete e pratico, consigo estar comigo e consigo ver-me. Consigo ver os meus defeitos, mas acima de tudo, consigo ver as minhas virtudes. E foi sobretudo esta relação que tenho vindo a construir comigo mesma que me tem levado à descoberta do que é viver uma vida saudável, física e mentalmente.
Sei que não tenho tido muito tempo, nem inspiração para aqui escrever, mas não queria deixar de assinalar esta data com um post. Aproveito também para dizer que vêm aí novidades, muito em breve! E que vou tentar escrever mais assiduamente!
Three years ago today that I decided to start writing this blog. It all started with a desire to share my journey, my path towards wellness and happiness. Although with some periods of silence along the way, this is still my goal.
 
This journey of mine has not been easy, it has had its ups and downs, but the “balance” has so far been very positive! I owe much, if not all, of what I have been learning to my yoga practice. The motivation, persistence, the willingness to continue without giving up, everything comes from knowing that every time I unroll my mat and practice, I am able to be with me and see me. I am able to see my faults, but above all, I am able to see my virtues. It has been this relationship that I have been developing with myself that has led me to discover  live a healthy life, both physically and mentally.
 
I know I have not had much time or inspiration to write regular posts, but I could not let this date go by without writing something! There will be new things coming soon and I promise I will try to write more frequently! 

A verdade sobre os lacticínios / The truth about dairy

De certeza que já ouviram opiniões divergentes acerca do consumo de lacticínios. Há quem defenda que são alimentos altamente nutritivos e uma fonte importante de cálcio, e que por isso devem ser consumidos diariamente. Mas há também quem defenda que os malefícios que podem causar à saúde humana são superior a possíveis benefícios.
Embora eu tenha a minha opinião e não consuma lacticínios aparte de algum queijo muito ocasionalmente, o meu objectivo com este post é apresentar-vos os vários factos acerca do porquê dos lacticínios, e principalmente o leite de vaca, serem actualmente desaconselhados numa dieta saudável e equilibrada.
O leite de vaca como é actualmente produzido e vendido nos supermercados é totalmente desprovido de nutrientes, sendo mesmo considerado um alimento “morto” por alguns especialistas. Há várias razões pelas quais isto acontece: i) para que as vacas consigam produzir suficiente leite são injectadas com várias hormonas e com antibióticos que passam para o leite; ii) o processo de pasteurização, que é utilizado para matar bactérias, desnatura as proteínas, ou seja, faz com que estas percam a sua estrutura e deixem de funcionar; iii) a composição das gorduras do leite é modificada devido à dieta das vacas que é sobretudo rica em cereais.
Para além disto, o leite de vaca é  muito difícil de digerir pois o nosso sistema digestivo não está preparado para conseguir quebrar algumas das suas proteínas e açúcares. Pode ainda causar reações alérgicas, sendo mesmo o terceiro maior alérgeno em crianças pequenas.
Existem ainda estudos científicos que comprovam que a ingestão de lacticínios pode ter efeitos negativos na saúde humana, nomeadamente um aumento de problemas respiratórios, problemas digestivos e problemas de pele. O consumo de leite tem sido ainda associado a um aumento do risco de cancro do ovário e da próstata.
Poderia ainda falar das razões éticas pelas quais não deveríamos consumir lacticínios. As vacas são mantidas em condições precários, os vitelos são-lhes retirados muito pequeninos…enfim…Há quem diga também que mais nenhum mamífero consome leite que não seja o da própria espécie! (E aqui é também a minha veia de bióloga a falar!)
Depois disto tudo vocês poderão perguntar: e então a osteoporose? e onde vamos buscar o cálcio? porque há por aí tanta publicidade ao leite? Bom, primeiro a indústria produtora de leite tem um peso enorme na nossa sociedade, e é por isso que a publicidade continua por aí. Em relação ao cálcio e à osteoporose trata-se também de publicidade enganosa! O cálcio encontra-se em muitos outros alimentos que não o leite, como por exemplo, em legumes de folha verde, leguminosas e frutos secos. E na verdade, existem estudos que mostram que o consumo exagerado de leite pode mesmo enfraquecer os ossos!
Conheço várias pessoas que ao retirarem estes alimentos do seu dia-a-dia, observaram melhorias enormes em problemas respiratórios como asma e mesmo constipações e em problemas de pele como eczemas e acne. A única forma de descobrirem se é o leite que vos faz mal, é deixarem de o consumir por uns tempos e depois re-introduzir.
Hoje em dia existem várias alternativas de leites ou bebidas “vegetais”, que são feitas de arroz, aveia, soja ou amêndoas, etc.
I’m sure you have heard differing opinions about dairy consumption. Some argue that these are highly nutritious food and an important source of calcium, and therefore should be consumed daily. But others argue that the harm that they can cause to human health is greater than the potential benefits.
 
Although I have my opinion about this matter and do not consume dairy products apart from some cheese very occasionally, my goal with this post is to show you the various facts about why dairy, especially cow’s milk, is currently advised against in a healthy and balanced diet.
 
Cow’s milk as is currently produced and sold in supermarkets is totally devoid of nutrients, and even considered a “dead” food by some experts. There are several reasons why this happens: i) for the cows to be able to produce enough milk they are injected with several hormones and antibiotics that pass into the milk; ii) pasteurization, which is used to kill bacteria, denature proteins, i.e. causes them to lose their structure; iii) the composition of milk fat is modified due to the diet of cows, which is especially rich in cereals.
 
In addition, cow’s milk is very difficult to digest because our digestive system is not prepared to successfully break some of its proteins and sugars. It can also cause allergic reactions, being the third largest allergen in young children.
 
There are scientific studies proving that dairy intake may have negative effects on human health, including an increase in respiratory problems, digestive problems and skin problems. Consumption of milk has also been associated with an increased risk of ovarian and prostate cancer.
 
I can also mention some ethical reasons why we should not consume dairy products. The cows are kept in precarious conditions, calves are taken from them very little … well … Some people also say that no other mammal species consumes milk other than their own kind! (And this is also my biologist side talking!)
 
After all this you might ask, and what about osteoporosis? and where do we get calcium? why is there so much publicity to milk? Well, first the dairy industry has a huge weight in our society, and that is why advertising is still out there. Regarding calcium and osteoporosis, it is also misleading advertisin
g! Calcium is found in many foods other than milk, for example, in green leafy vegetables, pulses and nuts. And in fact, there are studies that show that the excessive consumption of milk may even weaken the bones!
 
I know several people that have eliminated dairy from their diet and observed huge improvements in respiratory problems like asthma and even colds and skin problems such as eczema and acne. The only way to find out if you have some level of intolerance to milk and dairy is to eliminate it from your diet for a while and then re-introduce it. Nowadays there are several alternatives for plant ‘milk’, made of rice, oat, soy or almond, etc.