Yoga e alimentação Vegan – Entrevista a Maria do blog MãeGuru

Inicio um novo conjunto de artigos com entrevistas ou contribuições de pessoas que me inspiram e que espero vos inspirem a vocês também! Este primeiro artigo contêm uma entrevista à maravilhosa Maria que está por detrás do blog MãeGuru!

1. Como é que o Yoga apareceu na tua vida?

Aos 20 anos estava a terminar a formação no Instituto Português de Naturologia, estudava durante a noite e trabalhava durante o dia e de madrugada, um ritmo frenético me acompanhava, mas tinha um objetivo, em Setembro iria pegar numa mochila e seguir rumo ao Brasil, precisava de me afastar, de parar e me encontrar. Foi uma altura de grandes questionamentos sobre a Vida.

E assim foi, algo me chamava para aquela terra, uma viagem que seria apenas de um mês, mas longos meses se passaram e até anos.

O Yoga surgiu nessa caminhada, pós me a prova e conquistou-me. Voltei a Portugal uns meses, vendi o meu carro e doei toda a minha roupa, ficando apenas com uma mala de viagem.Voltei.

Foram anos de  transformações internas muito profundas, auto propus me a passar noites sem tecto e mesmo dias sem acesso a comida ou água, contacto directo na natureza mais profunda e com todos os seres que lá habitam..Os desafios foram enormes, mas a certeza que foi um processo necessário para a consciência de hoje.

Fui em busca de auto conhecimento, valores da Vida? Encontrei isso e muito mais, o verdadeiro amor, trouxe de lá a minha filha, Noá Zaya e a certeza que queria espalhar os ensinamentos do Yoga a todos os interessados.

2. Que mudanças sentiste?

O Yoga transformou a minha vida, se há algo que serei eternamente grata, é por essa descoberta.

Não pedir, agradecer.

Dar valor ás pequenas coisas, ás mais simples e verdadeiras.

A mudar o pensamento, claro que todos temos e teremos problemas e dias bastante complicados na nossa vida, mas para mim o que foi realmente transformador foi o simples entendimento que tudo na vida é transitório e que estamos aqui para vivenciar todos os sentimentos e não oprimir os menos bons.Eles existem por algum motivo, para aprendermos algo, para nos superarmos a cada dia.

O Yoga é a maior ferramenta e a mais poderosa.Trabalhando a respiração, consciência e auto desenvolvimento.

Ensina nos a vivenciar de uma forma mais presente o Presente.

Aprimoramento de força, flexibilidade e equilibro no tapete primeiramente e que inconscientemente levarás essas qualidades para os desafios do teu dia a dia.

3.  Como surgiu a alimentação vegan? Veio depois do yoga ou já eras vegan antes de começares a praticar?

Deixei primeiramente a carne em 2012, nunca almejando ser Vegan, sinceramente na altura achava que era uma opção extremista (risos). Há cerca de três anos atrás quando morava no Brasil e estava a começar a descobrir o Yoga  deixei o peixe e continuando sem almejar ser Vegan um dia.

Entretanto engravidei e começou uma preocupação sobre como seria a futura alimentação da minha filha, deparei me com a indústria dos derivados de animais e fiquei absoltamente chocada ao ver tamanha crueldade em prol do prazer humano.Assim que a Noá nasceu, parei de comprar derivados de animais e a certeza que não iria mais fazê lo. Fui comendo na rua algumas coisas com os seus derivados e cada vez ficava mais perplexa ao notar que os derivados estavam por todoo o lado, pão de supermercado, muitos dos chocolates, granolas, enfim..Comecei a ter um cuidado extra nas minha compras e claro a opção de fazer a maior parte dos alimentos na minha cozinha .

4.  Quais são os maiores desafios de uma alimentação vegan?

Inicialmente senti um grande choque a nível social quando deixei a carne, pois não conhecia ninguém com a mesma opção alimentar, entretanto as coisas evoluíram um pouco e senti cada vez mais uma abertura e respeito das pessoas a conhecer este estilo de vida e além de conhecer cada vez mais pessoas neste registo.

As pessoas mais chegadas, realmente conseguiram constatar que estava mais saudável, não me recordo de ficar doente, e a minha filha com 16 meses nunca necessitou de ir a um hospital ou tomar quaisquer medicamentos.

Mas assim que a Noá nasceu, os desafios foram crescendo. A sua envolvente social não tem este registo alimentar. Dúvidas, sugestões inconvenientes, críticas estão sempre presentes. Aí o Yoga entra mais uma vez, na paciência. Percepção de que nós é que estamos em minoria e que os questionamentos irão fazer parte mas sempre numa esperança que essa minoria passe para o outro lado 🙂 A verdade é que a pessoas sempre ficam impressionadas positivamente com o desenvolvimento da minha filha.

Senti também uma grande dificuldade em escolher um pediatra para a minha filha, felizmente depois de várias tentativas encontrei um Pediatra que é bastante informado neste sentido com o qual estou muito satisfeita.

5. Que conselhos darias a alguém que queira adoptar uma alimentação vegan?

-Aprender a cozinhar!Sem dúvida que este é o maior conselho que poderei dar.

Eu apaixonei me com a culinária vegan, nutritiva, colorida, cheirosa, diversificada…enfim..um amor para a Vida.

Hoje temos um mundo de receitas online á distância de um click, é só investirem algum tempo e colocarem mãos á obra.

-Ganhar o hábito que ler todos os ingredientes nos produtos comprados, pois até mesmo naqueles que não imaginas, poderá lá estar um “soro de leite” presente .

 

Maria Couto. Eterna apaixonada por todas as formas de Vida.Nasceu no Porto a 21 de Dezembro de 1993. Formou-se no Instituto Português de Naturologia. Uma grande introspecção levou-a a um questionamento de tudo o que lhe fora ensinado até então. Deixou de fazer sentido uma alimentação onde os animais estivessem presentes, e a procura por novas soluções, deu-lhe a conhecer um novo Mundo, repleto de aromas, cores e texturas. Mundo que a inspira e fascina a cada dia.Assim que terminou a formação, pegou numa mochila e com um mapa aventurou-se rumo ao Brasil.Teve oportunidade de se explorar e encontrar enquanto ser humano, em todos os seus ângulos, até os mais obtusos.Uma viagem que acabou por mudar a sua vida…O Yoga apareceu…colocou-a à prova e conquistou o seu coração.Uma relação da Vida para a Vida. A vontade de aprofundar o conhecimento e transmiti-lo a todos ao seu redor levou-a fazer a formação de Yoga.Dá aulas de Hatha Yoga e é autora do blog MãeGuru que surgiu com toda a curiosidade e interesse sobre o dia a dia, alimentação vegana, educação consciente de uma mãe para uma filha.

Ser mãe é saber aceitar

Faz hoje 4 anos que me tornei mãe pela primeira vez. É difícil pôr em palavras a aventura que tem sido!
Ser mãe pode bem ser o trabalho mais difícil do mundo. Embora acredite que para muitas mulheres este papel seja natural e lhes esteja no sangue, para mim não foi bem assim. Fui mãe a primeira vez de surpresa, com uma gravidez não planeada mas que depressa se tornou desejada! A minha vida mudou radicalmente, não sei se para melhor, mas definitivamente para outro nível. Aprendi (e continuo a aprender) muitas coisas, e por isso estarei eternamente grata!

A segunda vez que fui mãe já foi parte de um plano maior. Assim que tive o meu primeiro filho, soube que tinha que ter outro também. Eu soube logo que ter dois filho seria necessário para me sentir completa, como mãe e mulher. E assim foi, com o nascimento do meu segundo filhote.

Tenho no entanto enfrentado muitos desafios. Penso que o mais difícil seja a ‘perda’ da minha liberdade. Sempre gostei de me sentir livre para poder fazer o que queria, quando queria. E aceitar que agora já não pode ser assim, tem sido duro. A palavra chave em todo este caminho de ser mãe é mesmo ACEITAR. Já escrevi sobre isto em tantos outros contextos, nomeadamente acerca da minha prática de yoga. No fim, tudo faz sentido, é como se de um círculo se tratasse, em que as várias vertentes da vida vão rodando, rodando, num círculo como uma roda, que vai andando para a frente. Mas digo a quem me perguntar que os filhos são a melhor coisa do mundo, sem dúvida alguma!

Cuidados corporais Yoga & Ayurveda

Sempre fui fã de usar óleos na minha pele, principalmente em massagens. Óleo de coco, de sésamo, de amêndoas doces e de rícino. Cada um com as suas propriedades específicas, têm sempre um efeito benéfico no corpo e na pele! Sempre os usei o mais puro possível, biológicos e de primeira pressão!

Sempre me encantaram os aromas e as propriedades destes óleos quando combinados com óleos essenciais mas nunca explorei muito as possibilidades que eles nos podem proporcionar.

Até que recentemente conheci a marca Heart Intention & Yoga Oils, uma marca Portuguesa de cuidados para Equilíbrio do Corpo, Mente e Alma inspirada na ancestralidade do Yoga e Ayurveda. Decidi experimentar dois óleos, o óleo Vata e o óleo Yin Yoga. O óleo Vata porque segundo a Ayurveda este é o meu dosha predominante e mais desequilibrado nesta altura do ano por causa do frio e do vento. (Para saberem mais sobre Ayurveda e doshas leiam este POST.) O óleo Yin Yoga pareceu-me fazer sentido já que esta prática de yoga tem-me trazido bastantes benefícios para equilibrar a minha prática de Ashtanga que é uma prática bastante Yang. Escreverei mais sobre os princípios Yin e Yang num próximo post.

Com ambos os óleos tive uma experiência sensorial fantástica, difícil de pôr em palavras! Os aromas, a textura, mas sobretudo a sensação que permanece no corpo, na alma e na mente são indescritíveis. Estes óleos não são só naturais e biológicos como são feitos com todo o amor e dedicação pela Mónica, que está por detrás da marca. E isso sente-se, e muito! Não são meros óleosque poderíamos comprar numa loja, são muito mais que isso, já que a Mónica personaliza-os e trata-os com Reiki. Posso dizer que fiquei rendida e apaixonada. Já fazem parte da minha rotina diária! Uso-os como perfume, colocando umas gotas atrás das orelhas e nos pulsos, ou após a minha prática de yoga para meditar ou depois do duche como hidratantes de corpo e claro também nas massagens!

Aconselho vivamente a experimentarem os produtos Heart Intention & Yoga Oils, que podem conhecer AQUI. Se usarem o código RA-HIYO têm um desconto de 10%, por isso aproveitem!

 

 

 

Encontrar um bom tapete de yoga

Um dos materiais mais importantes para a prática de yoga, quer de yogis novos ou daqueles mais experientes é o tapete. No melhor dos casos, os tapetes facilitam o nosso crescimento e a energia, apoiando nossos movimentos. Na pior das hipóteses, um tapete pode interferir na ligação mental que a prática de yoga nos proporciona, por ser escorregadio ou muito fino.

Se estão à procura do vosso primeiro tapete de yoga ou se apenas querem tentar algo novo e diferente, a equipa do site Reviews.com concluiu que existem alguns factores a levar em conta ao escolherem o tapete que melhor se adequa à vossa prática:

Materiais

As opções mais populares hoje em dia são feitas de PVC (cloreto de polivinilo), que tende a funcionar bem em aulas normais. Poderão optar por um material mais ecológico, ou simplesmente preferir a sensação de um tapete mais natural. Se este for o caso, podem  explorar os que são feitos de algodão, juta, borracha natural reciclada, resina ou bambu / cânhamo.

Estrutura da célula fechada ou aberta

A estrutura celular de um tapete tem a ver com a sua absorção. Os tapetes de células fechadas não absorvem a humidade, facilitando assim a sua limpeza. Os tapetes de células abertas tendem a absorver a humidade, permitindo maior aderência durante as aulas aquecidas.

Espessura e densidade

Algumas posturas de Yoga requerem equilíbrio, pelo que um bom tapete deve ser grosso o suficiente para ser amortecedor, mas não tão grosso que dificulte o equilíbrio. A espessura dos tapetes podem variar de 2 a 5 mm, sendo que os tapetes mais finos tendem a ser mais populares entre aqueles que gostam de se sentir mais o chão e os mais espessos para aqueles que preferem uma sensação mais almofadada.

Design e Textura

Existem inúmeros detalhes de design quando se procura um tapete. Embora essas opções dependam de preferências pessoais, a textura pode realmente ser bastante importante. Considerem sempre como é que sentem a superfície do tapete  tanto no início como no fim da aula (antes e depois do suor). Aqueles que são propensos a escorregar mais é melhor optarem por um tapete com uma textura que possa evitar isso.

Preciso de um tapete?

De igual importância é a questão de saber se um tapete de yoga é ou não necessário para a prática. Algumas pessoas podem optar por praticar sem tapete, mas isto vai depender também do tipo de prática. O ambiente de prática também afetará essa escolha. Se estão a  participar de uma classe de grupo, muitas vezes é mais seguro usar um tapete para manter o espaço pessoal e evitar lesões.

Para ler o artigo completo divulgado pela Reviews.com e para ver os tapetes que eles recomendam, vejam aqui: http://www.reviews.com/best-yoga-mat/.

O Regresso / The Return

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Depois de quase dois anos, estou novamente a escrever no blog. Já tinha feito outras paragens anteriormente, mas esta foi a mais longa. Penso nas razões que me levaram a deixar de escrever e a principal é sem dúvida a falta de tempo, que piorou substancialmente com o nascimento do meu segundo filho. Mas outra também importante é a falta de vontade que por vezes sinto de escrever. Não é falta de interesse, mas sim de vontade em pôr as coisas, seja pensamentos, sentimentos ou conhecimento, para fora de mim.

Isto é de facto algo em que tenho trabalhado no meu caminho rumo ao bem-estar. Hoje em dia sabe-se muito bem que a acumulação de sentimentos e pensamentos para dentro de nós pode contribuir em muito para algumas doenças, depressões e um sentimento geral de infelicidade.

Existem várias ferramentas que pessoas mais introvertidas como eu podem utilizar para as ajudar a lidar com isto. E garanto-vos, a exteriorização dos nossos sentimentos e pensamentos é maravilhosa. Não estou com isto a querer dizer que temos que dizer ou falar sobre tudo aquilo que sentimos ou pensamos, claro que não! Como em tudo, uma boa dose de equilíbrio é a chave!

A ferramenta que mais gosto de utilizar e que retomei recentemente foi a de escrever. Pode parecer fácil, e na realidade quando mantemos o hábito de o fazer, até é. Escrever num diário, tudo aquilo que pensamos e sentimos. Sem pensar muito no assunto, não é preciso que seja um texto perfeito e com sentido, pois não é suposto que alguém o leia para além de nós. O segredo é sentarmo-nos num sítio em sossego (coisa que quem tem filhos pequenos como eu pode sentir alguma dificuldade em fazer), com um caderno e uma caneta e deixar tudo fluir para a escrita. Um pouco como quando meditamos, não devemos criticar ou achar que é bom ou mau, apenas deixar sair.

Foi quando retomei a escrita do meu diário que percebi que deveria voltar a escrever no blog, pois não deixa também de ser um bom exercício de partilha e que na realidade foi uma das razões que me levou a começar o blog!

Espero desta vez conseguir manter alguma periodicidade de escrita! Com novos temas e novas partilhas!

 

After almost two years, I am back to writing again on the blog. I have done other stops before, but this one was the longest. I think the main reason that led me to stop writing was undoubtedly lack of time, which only got worse after the birth of my second child. But another important one that I can think of, is the lack of will that I sometimes feel about writing. It is not a lack of interest, but a difficulty in sharing things, thoughts, feelings or knowledge.
This is indeed something which I have worked through on my wellness journey. It is now well known that the accumulation of feelings and thoughts inside of us can greatly contribute to some illnesses, depression and a general feeling of unhappiness.

There are several tools that more introverted people like me can use to help them deal with this. And I can assure you that sharing our feelings and thoughts can be wonderful. I do not mean to say that we have to say or talk about everything we feel or think, of course not! As with everything, a good deal of balance is the key!

The tool that I like to use the most and that I recently took over is writing. It may seem easy, and in reality when we keep the habit of doing it daily, it actually is. It consists on writing on a diary everything we think and feel. Without much thought, it does not need to be a perfect or meaningful text, because no one else is supposed to read it but us. The key to do this is to sit in a quiet place (something that can be difficult for people who have small children like me!), with a notebook and a pen and let everything that goes through your mind flow to the pen. A little bit like when we meditate, we should not criticize or put a good or bad label, just let it out.

It was when I resumed writing in my diary that I realized that I should start writing again in the blog, because it is also a good sharing exercise and in fact it was one of the reasons that led me to start the blog!
I hope this time I am able to keep some periodicity of posting articles with new themes and keep sharing my wellness journey with you! 
 

Yoga Diary: Não fujo mais / I will no longer run away

[For English scroll down]
Mais uma vez estou a ter que lidar com lesões. Quem exercita o corpo de qualquer forma, seja ela desporto, no ginásio ou yoga sabe que está sujeito a lesões. Acontece. É frustrante, mas faz parte. Eu como tenho muitos problemas na minha coluna, apesar de o yoga me ajudar tremendamente, às vezes lesiono-me. Desta vez até nem foi directamente na prática, foi excesso de stress, má posição a trabalhar no computador e a dormir que resultou num torcicolo bastante doloroso, a juntar a uma dor na região lombar que me persegue há meses.

Anteriormente, a minha abordagem a uma lesão era não praticar. Estar parada e esperar que a lesão passasse. No entanto, recentemente apercebi-me que isso era equivalente a fugir. Fugir da dor. Muitas vezes a dor numa lesão tem muito para nos ensinar, principalmente quando advém de uma prática de yoga. É claro que há lesões e lesões. Mas o que aprendi recentemente é que o melhor é trabalhar à volta da dor, sem forçar nada. Mas tentar perceber porque está lá.

Então apesar de não conseguir fazer a minha prática normal, tenho optado por ir na mesma para o tapete. Foco-me na respiração e movimento o meu corpo na medida do possível. Faço umas saudações ao sol e algumas posturas em pé, modificando o que é necessário para não me magoar. Mas estou presente, estou no tapete, estou a praticar yoga de uma forma muito mais profunda do que se estivesse a praticar normalmente, sem restrições físicas. Uso a minha respiração para curar o meu corpo, para o aquecer e fazer com que a energia circule e elimine quaisquer obstáculos que estejam presentes. No fim, medito e tento perceber o que de facto se esconde por baixo da lesão.

Descobri que assim não fico frustrada, faço o que é possível, mas não fujo. Enfrento o que há para enfrentar, com calma, com paciência e com coragem.

Se quiserem ler mais sobre como lidar com lesões no yoga podem ler aqui um artigo que escrevi para o site MindBodyGreen.

 

Once again I am dealing with injuries. Everyone who exercises the body in any way, be it sports, the gym or yoga knows that is subject to injury. It happens. It’s frustrating, but it’s how it is. I have several problems in my column, and even though yoga helps me tremendously, sometimes I injure myself. This time it was not even directly in my yoga practice, but more likely excessive stress, poor position working on the computer and sleeping, which resulted in a rather painful stiff neck, together with a pain in my lower back that has been chasing me for months. In previous times, my approach to injury was not practicing yoga and wait for the injury to heal on its own.
 
However, I have recently realised that this approach is like running away…from the pain. Often the pain in an injury has a lot to teach us, especially when it comes from a yoga practice. Of course there are injuries and injuries. But I recently learned that it is best to work around the pain, without forcing anything. Instead trying to understand why it is there.
 
So although I can not do my usual practice, I have decided to step into my  mat, focusing on breathing and moving my body just as far as it is able to. Do a few sun salutations and standing postures, modifying as necessary so not to hurt me. I am fully present, I am on my mat, I am practicing yoga in a much more profound way than if I was practicing as usual. I use my breath to heal my body, to warm it up and have the energy circulating and removing any obstacle present in my body. To finish, I meditate and I try to understand what is really lying beneath the injury.
 
I found that by practicing this way, I do not get frustrated, I do what I can, but I do not run away. I face what is necessary to face, calmly, with patience and courage!
If you would like to read more on how to deal with yoga injuries, you can read here an article I wrote for MindBodyGreen.